domingo, 10 de julho de 2011

Rodízio japonês em Amsterdan? Opa, nós achamos! :)

Conforme já comentamos, o último ano em que ficamos ausentes por aqui foi marcado por algumas viagens também... e logicamente vamos compartilhar aqui algumas dicas de japas perdidos pelo mundo que encontramos também!

A dica desse post vem para mostrar que não é só por aqui que temos a oportunidade de comer iguarias japas até não aguentar mais nos rodízios. Lembram de quando analisamos uma versão de rodízio canadense (se não lembra é esse post aqui). Pois bem, encontramos uma versão similar em nossas andanças por Amsterdan, o Kyoto Café! \o/

Assim como a experiência canadense, esse restaurante gringo se enquadra na modalidade do "all you can eat", isto é, você recebe um cardápio com fotos e escolhe o que quer e quanto quer de cada coisa que você pedir. Essa idéia do cardápio com fotos reais bem que podia pegar aqui no Brasil, não é? Ia ser ótimo para escolhermos com mais certeza o que queremos!

Com preço variando de 21 euros a versão básica e 26 euros a deluxe (que realmente só compensa se você estiver com muuuita fome). Apesar da velha máxima para quem está viajando do "quem converte, não se diverte", o preço não era nada proibitivo se você pensar no que paga em média num rodízio brazuca!

O rodízio conta com uma infinidade de pratos quentes, muito além do que estamos habituados nos rodízios por aqui. Além dos básicos como tempurá, harumaki e guioza, havia uma série de grelhados, saladas, empanados e coisas típicas como tofu e edamame - aqueles grãos de soja que vem na vagem verdinha, super comuns em entradas em izakaias - só para citar algumas das opções do all you can eat simples. Em sua versão mais luxuosa, ostras, codornas e mais uma série de sabores exóticos compunham essa ala de pratos.

No quesito sashimis e sushis, o rodízio também não fez feio: além do salmão e atum, também estavam presentes lá camarões, polvo, peixe branco e uma iguaria da culinária holandesa: o macraw (que nas memórias de infância da Stella se chamava algo parecido com macréu, mencionado em conversas pelo pai e avô holandeses).


Para quem não está familiarizado com a cultura dos países baixos, lá eles comem sua versão do sashimi, isto é, peixe cru em barraquinhas de rua. Normalmente o peixe é o arenque ou o nosso amiguinho citado acima. Obviamente que não íamos deixar de passar pelo restaurante sem provar a iguaria e o Rodrigo fez questão de pedir a versão sashimi (o peixe "tigrado" da foto). Ele comeu e aprovou, já a Stella não conseguiu sequer tomar coragem (a foto é auto-explicativa).


Veredito final: o "rodízio" não fez feio! Se no Canadá o serviço deixava a desejar e a apresentação dos pratos era um pouco "fast food", aqui tanto o atendimento quanto entrega dos pratos não fez feio. Quanto ao sabor, o restaurante atendeu bem tanto nos pratos quentes como sushi e sashimi. Vale lembrar que não é como nos EUA ou Brasil que rola aquela "festa da maionese e cream cheese" por isso, se você for visitar o restaurante, prepare-se para comer como nos "japas tradiça" com os peixes crus sem as firulas que costuma a encontrar por aqui e na América do Norte! ;)

Tot straks!

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